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quarta-feira, 15 de março de 2017

XII Congresso Gratuito de Direito UFSC

O maior Congresso Gratuito de Direito acontecerá nos dias 16, 17, 18 e 19 de maio de 2017, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

Contando com os mais renomados e reconhecidos juristas do país, como Eros Roberto Grau (Ex-presidente do STF), Roberto Dias Toffoli (atual Vice-presidente do STF), Ela Wiecko Volkmer (ex-Vice-Procuradora-Geral da República), Fátima Nancy Andrighi (Ministra do STJ), doutrinadores como Cristiano Chaves de Farias, Nelson Rosenvald, Guilherme Nucci e Luiz Wambier, entre outros expoentes do cenário jurídico nacional, é uma oportunidade de estudo e crescimento profissional e acadêmico.



Organizado pelo Centro Acadêmico XI de Fevereiro, entidade representativa dos estudantes de Direito da Instituição e realizado exclusivamente por estudantes é hoje, o maior congresso gratuito de Direito do Brasil, tendo recebido quase 4 mil inscritos na edição de 2016.

Nas tardes dos dias 17, 18 e 19, ocorrerá a Mostra de Pesquisa, na qual pesquisadores de todos os níveis poderão apresentar seus trabalhos e, posteriormente, publicá-los nos anais do evento.

Os participantes receberão os respectivos certificados de 20h/aula ou 40h/aula, dependendo da carga horária de cada congressista.

Haverá ainda, duas festas no dia 17/05 e outra no dia 19/05 no dia de encerramento do Congresso.

Inscreva-se a partir do dia 26 de março pelo site:


Para mais informações acerca dos palestrantes, grade, carga horária, edital de inscrição, local das festas ou hospedagem, acesse o site ou a página oficial do evento no Facebook:


Ainda ficou com dúvidas? Envie um e-mail:



 Contamos com sua presença!!

sábado, 10 de dezembro de 2016

Juiz manda recado para advogado que parava o carro em sua vaga: “quer minha vaga, vire juiz”

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“Dr Júlio, reconheço seu carro pela quantidade de vezes que me fez estacionar longe ao ocupar minha vaga. 
Esclareço que Vossa Senhoria é advogado e está vaga é exclusiva de Juiz. 
Compareça em meu gabinete para conversarmos. 
Obs: Quer ter o prazer de estacionar em vaga de Juiz, FAZ CONCURSO.”



quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Conheça a linda história de superação de Ricardo Tadeu Marques, o 1.º juiz cego do Brasil

As vistas de Ricardo Tadeu Marques da Fonseca se escureceram definitivamente quando ele tinha 23 anos. Cursava, então, o terceiro ano de Direito na tradicional Faculdade do Largo São Francisco, na Universidade de São Paulo (USP). Com o apoio de colegas – que gravavam em fitas cassete a leitura dos livros, para que ele pudesse estudar –, Fonseca se formou com louvor.

Seria apenas mais um capítulo da história de superação, estoicismo e trabalho. Pouco mais de duas décadas depois, ele se tornava o primeiro juiz cego do Brasil.


Fonseca foi nomeado desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) em 2009, indicado pelo então presidente Lula (PT). Com perfil sério e decidido de quem teve que brigar para vencer as adversidades, imprimiu seu ritmo de trabalho à equipe. Em quatro anos, zerou a fila de mais de mil processos que aguardavam julgamento. Analisa, em média, 400 casos por mês. “Aqui, o trabalho se impôs”, ressalta.
Para suprir a falta da visão, teve de se adaptar e criar um método próprio. Em sala, uma assessora lê os autos em voz alta. A partir de então, Fonseca memoriza o caso, destacando palavras-chave. No tribunal, a servidora menciona as palavras-chave e pronto: o processo brota na mente do desembargador que, então, pode dar andamento ao julgamento. “Ela é meu olho nas sessões”, sintetiza.


As dificuldades, no entanto, começaram já nos primeiros instantes de vida. Fonseca veio ao mundo prematuramente – aos 6 meses de gestação. Por isso, nasceu com retinopatia da prematuridade, doença que lhe deixou com baixíssima visão. Enxergava apenas borrões coloridos, sem contornos nem detalhes. “Eu não distinguia rostos ou flores. Tinha uma visão impressionista”, define.

Filho de um executivo de multinacional e de dona-de-casa, Fonseca teve as primeiras lições ainda em casa. Em meio a brincadeiras, a mãe o ensinou a ler e a fazer as primeiras contas, grafando grandes letras e números em uma lousa. Quando veio a idade escolar, a família optou por matriculá-lo em um colégio normal, e não em escola especial.

Como não conseguia ler os livros, as professoras copiavam a matéria em letras maiores. “Foi um esforço maravilhoso da minha mãe, que nunca me deixou pensar que eu era incapaz, que eu não podia. Eu sempre pude”, observa.


Da rejeição à carreira no MPT do Paraná
Em 1990, Ricardo Tadeu Marques da Fonseca foi aprovado em um concurso para ocupar uma vaga de juiz no Tribunal Regional de São Paulo (TRT-SP), então presidido por Nicolau dos Santos Neto, o “Lalau”. Foi desclassificado por não enxergar. “Alegavam que um cego não poderia ser juiz. Aquilo me bateu forte, porque eu não esperava algo semelhante da Justiça”, disse.

Depois de uma semana sem dormir, deu o caso por sepultado. Voltou aos estudos e, no ano seguinte, foi aprovado em sexto lugar em um concurso para o Ministério Público do Trabalho (MPT) – do qual participaram mais de 4,5 mil candidatos. Em 18 anos na instituição, trilhou uma carreira destacada, primeiro como promotor, depois como procurador.

Deu de ombros à sua condição e foi à campo. Participou de vistorias, fiscalizações e investigações. Em uma delas, ele e sua equipe fizeram campana em uma fazenda que mantinha 37 mil trabalhadores, no interior paulista. Descobriram que os lavradores eram pulverizados com agrotóxicos antes de entrarem nos pomares de laranja.

“Eu mesmo tomei banho de veneno para comprovar que aquilo afetava a pele dos trabalhadores”, conta. “Eu nem lembrava que era cego. Eu era só um procurador atuante, querendo fazer meu trabalho da melhor forma possível”, acrescenta.

Fonseca promoveu incontáveis audiência públicas na região de Campinas, São Paulo, orientando empresas quanto aos menores-aprendizes. “Eu consegui fazer com que se registrassem dez mil ‘guardinhas mirins’, em contratos formais de aprendizagem”, aponta. Esta atuação virou referência para a lei federal 10.097, a lei da aprendizagem.

Em 2006, foi convidado a integrar o grupo que redigiu a convenção internacional sobre o direito da pessoa com deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque. Refuta o rótulo de “defensor dos deficientes”. Diz defender todas as minorias. “Ser cego é um atributo, não uma incapacidade. A deficiência não está na pessoa. Está na sociedade que não dá condições a essa pessoa de fruir seus direitos”, afirma.

Fonte: gazetadopovo.com.br


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Texto de Juíza de Direito sobre meritocracia viraliza nas redes socais

A Juíza de Direito Fernanda Orsomarzo usou o seu Facebook para contar sua história e falar sobre a meritocracia, que significa o processo de impulsionamento profissional e social como consequencia dos méritos individuais de cada pessoa, ou seja, dos seus esforços e dedicações.

Em seu discurso, a juíza afirmou que se dedicou muito para alcançar o seu objetivo profissional, porém, jamais teria conseguido tal feito se não possuísse uma série de privilégios, dentre eles o estudo em boas escolas, cursinhos e universidade, acesso cultural, pais presentes e preocupados com sua formação, além de se classificar como branca e integrante de uma família de classe média.

A publicação já possui cerca de 95 mil curtidas e mais de 30 mil compartilhamentos.
  
Confira o texto na íntegra
“Ralei duro para ser Juíza de Direito. Cheguei a estudar 12 horas por dia em busca da concretização do tão almejado sonho. Abdiquei de festas, passei feriados em frente aos livros, perdi momentos únicos em família. Sim, o esforço pessoal contou. Mas dizer que isso é mérito meu soa, no mínimo, hipócrita.

Em primeiro lugar, nasci branca. Faço parte de uma típica família de classe média. Estudei em escola particular, frequentei cursos de inglês e informática, tive acesso a filmes e livros. Contei com pais presentes e preocupados com a minha formação. Jamais me faltou café da manhã, almoço e jantar. Nunca me preocupei com merenda ou material escolar.

Todos têm suas lutas e histórias de vida. Todos enfrentam dificuldades e desafios. Porém, enquanto para alguns esses entraves não passam de meras pedras no caminho, para outros a vida em si é uma pedra no caminho. 

Meu esforço individual contou, mas eu nada seria sem as inúmeras oportunidades proporcionadas pelo fato de ter nascido – repito – branca e no seio de uma família de classe média minimamente estruturada.

O mérito não é meu. Na linha da corrida em busca do sucesso e realização, eu saí na frente desde que nasci. Não é justo, não é honesto exigir que um garoto que sequer tem professores pagos pelo Estado entre nessa competição em iguais condições. Nunca, jamais estivemos em iguais condições.


O discurso embasado na meritocracia desresponsabiliza o Estado e joga nos ombros do indivíduo todo o peso de sua omissão e da falta de políticas públicas. A meritocracia naturaliza a pobreza, encara com normalidade a desigualdade social e produz esquecimento – quem defende essa falácia não se recorda que contou com inúmeros auxílios para chegar onde chegou”.


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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Estudante de direito ou advogado? Seja um correspondente jurídico e adquira experiência e renda extra

Se você é estudante de direito ou advogado, pode prestar os mais variados serviços como Correspondente Jurídico

Para os estudantes, vale como uma grande experiência, além de garantir uma renda extra e, para os advogados, pode ser uma ótima opção de início de carreira ou até mesmo para profissionais que queiram uma segunda renda, pois dependendo dos serviços a serem executados, podem ser bem vantajosos financeiramente.
Dentre os serviços prestados estão os de: audiências, protocolos, diligências, assessorias jurídicas, cópias ou digitalização de processos, despachos, acompanhamentos de julgamento, entre outros.
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Em alguns casos, apenas advogados podem desenvolver o trabalho, mas outros tipos de serviços, podem perfeitamente serem desenvolvidos por estudantes de direito, que possuem o conhecimento sobre as Fontes formais e não-formais de direito, que são a base da instrução jurídica do correspondente e claro, é necessário possuir responsabilidade, comprometimento e ética.

Embora não possam advogar, os estudantes de direito podem realizar atividades que auxiliam os escritórios de advocacia, como retirar alvarás, realizar consultas, fazer protocolos, emitir guia,s realizar cópias e digitalizações, verificar andamentos processuais e até mesmo elaborar peças, se houver supervisão de um advogado.

Como funciona e quem contrata?
Para se tornar um Correspondente Jurídico, você precisa se cadastrar em sites de Correspondente. Hoje em dia há vários deles, inclusive pagos, o que é uma melhor pedida, pois nesses recebe-se mais demandas. Quem contrata são os escritórios de advocacia e empresas que necessitam de apoio jurídico fora de sua região de atuação.

Esses escritórios se “conectam” a esses sites, que por sua vez, enviam as demandas para os profissionais cadastrados em seu banco de dados.

Assim, você adquire novas habilidades, conhecimento jurídico na prática, ingresso qualificado no mercado de trabalho, ganho inestimável de experiência e aprendizado, ampliação de networking, flexibilidade nos horários de trabalho e aumento da renda, que, em alguns casos, a depender das demandas, uma fonte lucrativa.

#Dica Para você quer precisa adquirir um Vade Mecum, a Submarino está com promoção relâmpago:

Vade Mecum Edição Especial 2016 2º Semestre - 23ª Edição por apenas R$ 52,71 no boleto bancário.


Obra com acabamento econômico, capa brochura, não contém fitas marcadoras. Apresenta Constituição Federal, principais Códigos, Legislação Complementar Geral, Legislação de Direito Previdenciário, Legislação de Direito Administrativo, Legislação de Direito Financeiro, Legislação de Direito Ambiental, Legislação de Direito Internacional, Regimentos Internos do STF e do STJ e Súmulas dos Tribunais Superiores. 

Editora Rideel.

domingo, 28 de agosto de 2016

Os livros CORRETOS para a 1ª fase do Exame de Ordem

Para você que deseja se preparar para a 1ª fase do Exame da Ordem, a dica é optar pelas melhores doutrinas ou fazer um cursinho preparatório.


Se você optou pela primeira opção, saiba que é interessante otimizar os seus estudos, se preparando com as melhores técnicas de aprendizagem, como por exemplo, a utilização dos mapas mentais, resumos, resolução de exercícios, ou seja, uma soma de estratégias, a fim de sistematizar todo o conteúdo e conhecimento adquirido. Mas, para isso, é preciso que você escolha os livros corretos para mandar bem nesta 1ª Fase. 
Veja a lista dos mais recomendados abaixo:

Como Passar na OAB 1ª Fase 5.500 Questões Comentadas - 12ª Ed. 2016
– Exame Unificado + De 2.750 Questões;
– FGV + De 2.750 QUESTÕES;
– Capítulo De Processo Civil E Ética Escritos À Luz Do Novo Cpc E Do Novo Ced (Código De Ética E Disciplina). Contém Capítulos Adicionais À Luz Do Antigo CPC E Do Antigo CED;
– Contém Todas As Disciplinas Do Novo Exame De Ordem;
– Contém Todas As Questões Do Exame Unificado Da OAB Atualizadas;
– Contém Questões De Filosofia Do Direito E Hermenêutica;
– Questões Comentadas Alternativa Por Alternativa;
– Questões Objetivas Classificadas Ao Máximo, Por Disciplinas, Temas E Subtemas;
– Gabarito Na Mesma Página Do Comentário, Facilitando O Manuseio Do Livro.
Adquira o livro "Como Passar na OAB 1ª Fase 5.500 Questões Comentadas - 12ª Ed. 2016" aqui


Reta Final OAB - Revisão Unificada - 6ª Ed. 2016
A obra representa o que há de melhor em revisão para 1.ª Fase do Exame da OAB, matérias na ordem do Exame, sumarinhos na abertura das matérias;
- Contém todas as 17 matérias que são exigidas no referido exame, abordando de forma objetiva e atualizada todos os temas mais recorrentes nas provas de 1.ª fase; 
- O projeto gráfico é moderno e inteligente, pois chama a atenção do leitor para os temas mais importantes trazendo dicas, quadros e esquemas com cores que facilitam o estudo e a memorização;
- Preparada por especialistas na área, a obra se apresenta essencial para aqueles que precisam de uma revisão rápida e direta no período que antecede a prova.
Adquira "Reta Final OAB - Revisão Unificada - 6ª Ed. 2016" aqui


Vade Mecum Saraiva - OAB e Concursos - 10ª Ed. 2016
 
Esta obra é um sucesso de vendas!
O livro é estruturado de acordo com o XX Edital do Exame da OAB, preparando seu conteúdo para uma rápida consulta na hora da prova. Constitui material essencial para preparação e utilização em provas e concursos.
 - MAPA da Legislação: Guia de localização rápida, para a 2.ª fase do Exame da OAB, das principais leis e decretos para cada área escolhida pelos alunos;
- Acesso online com dicas para o sucesso em provas e concursos, modelos de peças processuais, dicionário jurídico e temário;
- Regimento Interno do STF e do STJ. Destaques desta edição: • NOVO CPC: LEI N. 13.105, DE 16-3-2015 (ATUALIZADO PELA LEI N. 13.256, DE 4-2-2016) • Marco Regulatório da Primeira Infância (Lei n. 13.257, de 8-3-2016)• Normas do CPC de 2015 aplicáveis e inaplicáveis ao processo do trabalho (IN 39/TST) • Agravo de Instrumento (IN 40/TST) • Lei Antiterrorismo (Lei n. 13.260, de 16-3-2016) • Marco Civil da Internet – Regulamento (Decreto n. 8.771, de 11-5-2016)• Súmulas e OJs do TST – adaptação ao Novo CPC • Adendo Especial: CPC de 1973 e Novo Código de Ética.

Adquira Vade Mecum Saraiva - OAB e Concursos - 10ª Ed. 2016 aqui.


Teoria Unificada
Livro - Teoria Unificada
Este volume tem a proposta de reunir a teoria indispensável de todas as disciplinas exigidas na 1ª fase do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil.
Redigido por professores dos melhores cursos preparatórios, o livro é fruto de intenso trabalho de pesquisa, base para a elaboração dos inúmeros esquemas e quadros. O tratamento gráfico diferenciado, com destaques coloridos, certamente ajudará na memorização dos pontos mais importantes de cada matéria.
Para atender às exigências do Exame, elaborado pela FGV, os autores produziram um conteúdo que facilitará a imediata assimilação dos temas, por isso o emprego de linguagem simples e objetiva e a exposição precisa, sistemática, da doutrina e da jurisprudência predominantes.
Enfim, trata - se de fonte segura de consulta. Teoria unificada: a melhor revisão para a 1ª fase!
Adquira "Teoria Unificada" aqui


Precisa de um Vade Mecum?
Vade Mecum Edição Especial 2016, 2º Semestre - 23ª Edição por apenas R$ 52,71 no cartão. Promoção por tempo limitado!


Obra com acabamento econômico, capa brochura, não contém fitas marcadoras. Apresenta Constituição Federal, principais Códigos, Legislação Complementar Geral, Legislação de Direito Previdenciário, Legislação de Direito Administrativo, Legislação de Direito Financeiro, Legislação de Direito Ambiental, Legislação de Direito Internacional, Regimentos Internos do STF e do STJ e Súmulas dos Tribunais Superiores.
EC nº 91/2016
CPC/2015: atualizado pela Lei nº 13.256/2016
CPP: atualizado pelas Leis nº 13.257/2016 e 13.285/2016
CTB: atualizado pelas Leis nº 13.258/2016 e 13.281/2016
CLT: atualizada pelas Leis nº 13.257/2016 e 13.287/2016
ECA: atualizado pela Lei nº 13.257/2016
Estatuto da Primeira Infância: Lei nº 13.257/2016
LC nº 123/2006 (Estatuto Nacional da ME e da EPP): atualizada pela LC nº 154/2016
Lei das Empresas Juniores: Lei nº 13.267/2016
Lei de Terrorismo: Lei nº 13.260/2016
Lei nº 11.770/2008 (Lei do Programa Empresa Cidadã): atualizada pela Lei nº 13.257/2016
Lei nº 12.462/2011 (Lei Regime Diferenciado de Contratações Públicas: atualizada pela lei nº 13.243/2016
Lei nº 6.815/1980 (Estatuto do Estrangeiro): atualizada pela Lei nº 13.243/2016
Lei nº 7.960/1989 (Lei da Prisão Temporária): atualizada pela Lei nº 13.260/2016
Lei nº 8.666/1993 (lei de Licitações e Contratos Administrativos): atualizada pela Lei nº 13.243/2016
Lei nº 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB): atualizada pelas Leis nº 13.245/2016 e 13.247/2016
Dec. nº 3.048/1999 (Regulamento da Previdência Social): atualizado pelo Dec. nº 8.691/2016
Novo Código de Ética da OAB: atualizado pelas Resoluções do CFOAB nº 1/2016, 3/2016 e 4/2016
Normas do CPC/2015 aplicáveis e inaplicáveis ao Processo do Trabalho: IN do TST nº 39/2016
Novas Súmulas Vinculantes do STF
Novas Súmulas do STJ, TST e TSE
Contém Adendo Especial: Lei nº13.303/2016 (Estatuto Jurídico da Empresa Pública, da Sociedade de Economia Mista e de suas Subsidiárias) e CPC de 1973
Editora Rideel 




sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Introdução ao livro "Vigiar e Punir" - Michel Foucault

O livro “Vigiar e Punir”, de Michel Foucault ressalta a evolução dos métodos coercitivos adotados pelo Poder Público na repressão da criminalidade. 

É uma obra de estudo científico, que documenta a evolução das práticas punitivas e disciplinares ao longo dos séculos, desde os métodos de violência física às instituições correcionais, incluindo diferentes sistemas de disciplina.
O autor inicia o primeiro capítulo abordando o corpo dos condenados. Com detalhes ricos, descreve um suplício, um tipo de espetáculo público, o qual o condenado é esquartejado e morto de forma brutal. O detalhamento de cada etapa do ritual é descrito de forma com que o leitor consiga ter uma percepção de todo o castigo imposto ao condenado. Em trechos do livro, o autor ressalta a dificuldade para que a “operação” fosse completada:

“Finalmente foi esquartejado. Essa última operação foi muito longa, porque os cavalos utilizados não estavam afeitos à tração; de modo que, em vez de quatro, foi preciso colocar seis; e como isso não bastasse, foi necessário, para desmembrar as coxas do infeliz, cortar-lhe os nervos e retalhar-lhe as juntas” (p. 09).

O condenado é o parricida Damiens, um assassino que passou pela tortura, suplício e esquartejamento em praça pública em 1757. Neste trecho, podemos notar toda a agressividade da aplicação da punição e a animalidade da época.

O suplício era caracterizado por duas formas de punição: vingança por um determinado crime e uma forma de servir como exemplo aos outros. Porém, começou a se tornar um tanto quanto ineficiente, afinal, muitas pessoas começaram a ver os condenados como uma espécie de mártires e heróis, o qual muitos se colocavam no lugar deles pela brutalidade da pena, além de que, muitas vezes, era comum os carrascos desistirem ou até mesmo os cavalos ou forcas não funcionarem.

Com isso, os suplícios foram se extinguindo e, aos poucos, a forma de aplicação da pena foi se modificando e se tornando mais “humanista”.

Foucault também mostra outro tipo de punição com a utilização do tempo, comentando sobre a rotina de uma prisão para jovens. Embora não puna o mesmo tipo de crime, define um certo estilo na aplicação da pena, isto é, a diferença ocorre no estilo das penas, pois antes, o corpo era torturado até morte e agora, o mesmo corpo é preso e controlado dentro de uma prisão.

As práticas punitivas começaram a dar lugar ao ato de “corrigir”, “reeducar”, “disciplinar”, “mudar” uma pessoa, dando lugar à privação de um direito ao invés do sofrimento propriamente físico, como castigos, privação sexual, trabalhos forçados, redução alimentar, masmorra, expiação física, etc. Havia elementos constitutivos de violência física, porém, de forma menos velada. Agora, a punição não se dirige apenas a corpo, mas também à alma:

“A expiação que tripudia sobre o corpo deve suceder um castigo que atue, profundamente, sobre o coração, o intelecto, a vontade, as disposições” (p. 18).

Apesar de não haver grande variação em relação do que era proibido ou permitido nesse período, o objeto do crime modificou-se sensivelmente. Não só o ato é julgado, mas todo um histórico do criminoso, “quais são as relações entre ele, seu passado e seu crime, e o que esperar dele no futuro” (p. 19). 

Assim, saberes médicos se acumulam aos jurídicos para justificar os mecanismos de poder não sobre o ato em si, mas sobre o indivíduo, sobre o que ele é. A justiça criminal se ampara em saberes que não são exatamente os seus e cria uma rede microfísica para se legitimar.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Ex-babá se forma em Direito, passa na OAB e sonha em se tornar juíza

Ana Karla Santa Ana, de 33 anos, natural da região de Grande São Pedro, tinha tudo para ser mais uma na multidão. Mulher, negra e pobre, mudou um destino pré-estabelecido e criou uma nova história: formou-se em Direito, passou na OAB antes da conclusão do curso e agora deseja fazer escola de magistratura e se tornar juíza.

A futura advogada já trabalhou como babá e teve uma infância humilde. Filha de pai padeiro e vendedor de peixe e mãe diarista, conta que só comprava roupas no Natal. Embora o futuro de Ana Karla, para a maioria das pessoas estivesse predestinado, ela provou que com determinação, coragem e uma dose extra de incentivo da família é possível alcançar os seus sonhos e objetivos, afinal, embora seus pais fossem humildes, sempre a apoiaram e a ajudaram no que puderam para os estudos.
Foto: Guilherme Ferrari

Em 2009 concluiu o ensino médio na modalidade de Ensino de Jovens Adultos (EJA) e em 2010 prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), obtendo 800 pontos na prova de redação e média de 649 na prova objetiva. Com isso, ganhou bolsas integrais em 3 instituições de ensino.


Para conquistar o seu sonho, Ana Karla contou com “anjos da guarda”; além do apoio contínuo dos seus pais, o marido a inscreveu no Enem e a ajudou ao longo do curso a custear as suas despesas, vendendo balas no Terminal de Laranjeiras, na Serra. O valor mensal que recebia, entre R$ 800 e R$ 1.000 era usado tanto para as despesas da casa, como também para as passagens e alimentação da esposa.


No último ano do curso, Ana Karla intensificou ainda mais os seus estudos para prestar o Exame da OAB; muitas vezes ele entrava na faculdade às 8h e saia após às 22h. Estudava de madrugada, pois revia todo o conteúdo estudado em aula.


Para o professor de Direito da Faculdade Estácio de Sá, Carlos Alberto Hackbardt: “Ela serve de exemplo para as pessoas buscarem aquilo que almejam, ao invés de esperar de mão beijada.”


Por isso, Ana Karla recebeu, na Câmara de Vereadores da Serra, a comenda Nelson Mandela, uma homenagem de honra ao mérito.


Publicação original:  A Gazeta


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terça-feira, 9 de agosto de 2016

The Good Wife: 4 lições para aprender com Alicia Florrick

Não é à toa que a série “The Good Wife” fez sucesso no Brasil, afinal, possui uma das personagens mais carismáticas das séries atuais: Alicia Florrick.

Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir, a série é um drama que gira em torno da mulher de um promotor envolvido em um escândalo de corrupção e sexo, e, por isso, foi para a prisão.

Alicia Florrick é uma mulher que foi forçada pelas circunstâncias a realizar mudanças radicais em sua vida: voltar ao trabalho, atuando como estagiária num dos melhores escritório de Chicago para sustentar os filhos após 13 anos como dona-de-casa, se mudar para um apartamento bem menor, lidar com a sogra e com a mídia diária sobre o caso do seu marido.

Não há dúvidas de que a educação de Alicia Florrick é o fio condutor da série, mas não é apenas esse adjetivo que a personagem possui, mas muitos outros que demonstram que ela é uma mulher firme, que sabe o que quer e que vai ao encontro de seus objetivos.

O interessante da série é que é composta por altos e baixos, o qual a personagem luta para reconstruir sua carreira e se reerguer após a humilhação pública que sofreu.

Veja as lições de Alicia Florrick:
Mantenha a cabeça erguida
Vítima de fofocas e comentários maldosos após a suposta traição e corrupção do seu marido, que era uma pessoa pública, Alicia optou por não se abalar e focar os seus esforços em sua carreira e em seus filhos.

Não ouça conselhos de quem não te conhece e não passa pelos seus problemas
Alicia ouve a si mesma, afinal, ela é a que melhor sabe sobre sua vida e não os outros que assistem à TV e tomam conclusões precipitadas a respeito do ocorrido.

Controle o seu destino
Alicia é uma mulher que assume o controle e não espera uma solução dos céus, ela sabe o que quer e luta para conquistar os seus objetivos, afinal, no momento de crise, arregaçou as mangas e construiu o seu destino.

Aprenda com os outros
Reconheça quando você estiver rodeado de pessoas com algo a te ensinar. Observe e aproveite, porque é assim que as pessoas crescem.

Em geral, Alicia Florrick aguentou os escândalos do marido, voltou a trabalhar aceitando a função de estagiária, perdeu o amor de sua vida e fez tudo para cumprir as suas ambições profissionais. E no final, ela conseguiu!


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

#Humor - Pokemon Go: jogadores invadem audiência em Fórum do interior de São Paulo e são presos!

O jogo Pokémon Go, oficialmente lançado no Brasil essa semana, já virou a sensação do momento ao juntar várias gerações de jogadores, afinal, é uma divertida caçada virtual que conquistou a coração de crianças, jovens e adultos.

Entrar em um campo minado, cruzar a rua sem olhar ou se meter em uma zona proibida: os fãs de Pokémon Go estão dispostos a tudo para capturar Pikachu e seus amigos.

A vontade é tão grande que hoje (04/08), um grupo de 35 jogadores, dentre eles 2 senhores de idade, 77 e 83 anos, se reuniram em frente ao Fórum da Comarca de Morumbá, a fim de adentrar ao local e conseguir itens importantes para suas caçadas gratuitamente. Isto é, o Fórum se tornou uma PokéStop, que são pontos que são espalhados pela cidade para os usuários encontrarem, para simplificar, é um local que aparece em destaque no mapa do Pokémon Go e que permite que você consiga PokéBolas sem precisar gastar dinheiro.

Vale lembrar que não é preciso realmente “entrar” nos PokéStops, porém, o local estava marcado como particular e, em conversa com outros jogadores, esse grupo descobriu que havia um ninho de Pokémon Dratini a alguns metros de distância e, capturando-o, evoluiriam para o Pokémon Dragonite.

Sabendo de todas essas informações, o grupo de jogadores tomou coragem e invadiu a sala de audiências da 57ª Vara da Família da Comarca do Interior de São Paulo, a fim de capturar os monstrinhos e se tornarem ainda mais poderosos no jogo.

Em razão da invasão, afinal, eram 35 pessoas invadindo uma audiência em busca do ninho e das recompensas, findada foi a audiência.

A Juiza de direito Mariana Nicolau Charizard solicitou que todos se retirassem imediatamente da sala, porém, o grupo insistiu na captura dos monstrinhos e, diante da grave desobediência, a magistrada solicitou o apoio da segurança do fórum, dando voz de prisão a todos.

Encaminhados para a Delegacia, os jogadores prestaram depoimento e foram liberados. Em entrevista, os jogadores disseram que viram uma forma de subir de nível mais rápido e que quando é um Pokémon forte, vale tudo. O senhor de 77 anos, que não quis se identificar, disse que estava caçando Pokémon para seu neto, que estava na escola. Em sua defesa, disse que não entende muito disso, mas o que sabe é que o jeito é capturar todos os Pokémon que aparecerem.

#Humor


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